Nº 1155

 

O amigo que quero ser

 Gostava de ser um amigo verdadeiro. Aquele de quem alguém se lembra quando um sofrimento o desgraça. Incapaz de ter alegria se tiver um amigo a passar pelos vales da tristeza.

Gostava de ter a coragem de dizer sempre a verdade aos meus amigos, por mais desagradável que seja, se isso lhes for útil. Mas sempre e só no tempo certo, sabendo escolhê-lo e esperando por ele.

Gostava de apoiar os meus amigos quando a vida lhes corre mal. Não importando de quem seja a responsabilidade. Queria ser o que está presente, respeitando a distância. Em silêncio, apenas afirmando a minha lealdade através da presença.

Gostava de ser capaz de dar abraços que fossem melhores do que as casas daqueles a quem os desse. E de ir onde fosse preciso para os entregar.

Gostava de ser um semeador de alegrias e um matador de medos no dia a dia daqueles cujas vidas se cruzem com a minha.

Gostava de ter sempre presente os sonhos dos meus amigos e contribuir para a sua concretização, na medida do possível, como se fossem meus.

Gostava de ajudar de perto, em vez de aconselhar ao longe. E que a minha ajuda fosse uma certeza. Tão certa como a vida querer viver.

Gostava de pedir ajuda, de agradecer e de pedir perdão. Sem esperar nada em troca, não reclamando pelo que não me agradecem nem pelos males que não assumem. Gostava de ser aquele que é capaz de perdoar até as deslealdades dos seus amigos!

Gostava de ser amigo de algumas pessoas que não me conhecem, e que não me passariam a conhecer ainda assim.

Gostava de amar os meus amigos, sempre. Não pelas suas qualidades, mas tão só por serem os amigos que escolhi.

Gostava de preencher as necessidades do outro, mais do que procurar eliminar os meus vazios.

Gostava que o meu abraço pudesse ser um abrigo seguro no meio de uma qualquer tempestade.

E, entre ser amigo de muitos ou de poucos… creio que se fosse de poucos já seria alguém extraordinário!

 

José Luís Nunes Martins

 

MEDITAR

EXPERIÊNCIA DECISIVA

 

Naturalmente, a celebração da missa foi mudando ao longo de dois séculos. Dependendo da época, os cristãos irão destacar alguns aspetos e negligenciar outros. Serviu de estrutura para celebrar coroas de reis e papas, prestar homenagem ou comemorar vitórias de guerra. Os músicos  tornam-se concertos. Devemos integrá-los nas suas devoções e costumes religiosos…

Passados ??vinte séculos, talvez seja necessário recordar alguns traços essenciais da Última Senhora do Senhor, tal como foi recordada e vivida durante as suas primeiras gerações cristãs.

Nenhuma parte do fundo tem a firme convicção de que os seus seguidores não perdem a vida. A morte de Jesus não quebrará a comunidade com ele. Você não deve  sentir-se vazio por causa da sua ausência. Os teus discípulos não estão sozinhos, à mercê das vicissitudes da história. No centro de toda a comunidade cristã que celebra a Eucaristia está Cristo vivo e atuante. Aqui está o segredo da sua força.

Ele tem fé em dois seguidores. Não basta frequentar esta ceia. Os discípulos são convidados a “comer”. Para nutrir o nosso amor por Jesus Cristo precisamos reunir-nos para ouvir as suas palavras e introduzi-las nos nossos corações; Precisamos aproximar-nos da comunhão com Ele, identificando-nos com o seu estilo de vida. Sem mais experiência podemos oferecer alimentos mais sólidos.

Não devemos dizer que “comungar” com Jesus é comungar com alguém que vive e morre “doando-se” totalmente aos outros. Assim insiste Jesus. O seu corpo é um “corpo dado” e o seu sangue é um “sangue derramado” para a salvação de todos. É uma abordagem contraditória que nos dá “comunhão” com Jesus resistindo à preocupação com algo que não é do nosso interesse.

Não há nada mais central e decisivo para os seguidores de Jesus do que a celebração desta Ceia do Senhor. É por isso que devemos cuidar tanto dela. Bem celebrada, a Eucaristia molda-nos, une-nos a Jesus, nutre-nos com a sua vida, familiariza-nos com o Evangelho, convida-nos a viver uma atitude de serviço fraterno e sustenta-nos na esperança do reencontro definitivo com Ele.

 

José António Pagola

 

Alfabeto dos pais e das mães

AMEM os filhos como escola de amor para eles.

BENDIGAM a Deus por tudo o que Dele receberam.

CREIAM na sublime missão que Deus lhes confiou.

DISPONHAM-SE a ajudar os filhos com bons conselhos.

EDUQUEM não só com palavras, mas com o bom exemplo.

FAÇAM com amor o dever de cada dia.

GARANTAM, cada vez mais, um Mundo Melhor para os filhos.

HOJE, leiam a Bíblia com atenção e esperança.

INSPIREM os filhos a praticar as virtudes.

JUSTIFIQUEM o casamento, amando cada um ao outro e aos filhos com amor divino

LEMBREM-SE de orar e ensinar os filhos a conversar com Deus

MANTENHAM-SE firmes nos ensinamentos de Jesus Cristo.

NÃO se iludam com as coisas mundanas.

ÓDIO e inveja, mantenham-nos longe do vosso coração.

PENSEM que amanhã será melhor, se hoje viverem bem.

QUEIRAM o bem, sem escolher a quem.

REFLITAM… para acertar.

SORRIAM diante dos problemas.

TIREM os maus costumes de seus filhos.

USEM as mãos paternas e maternas somente para acariciar e não para bater.

VENÇAM as dificuldades pela fé e pelo otimismo.

XAQUEIEM tudo o que é prejudicial para os filhos.

ZELEM com carinho todas estas recomendações e descubram o êxito e a felicidade dos santos Pais e das santas Mães.

 

Autor desconhecido; adaptado por Fernando Félix Ferreira

 PENSAMENTO DA SEMANA

 

A ternura do Espírito Santo de Deus é capaz de plantar no coração humano o desejo mais puro, a intenção mais reta, o amor mais honesto. Sua presença silenciosa é capaz de sondar o que há de melhor em mim, ainda que eu não acredite que o tenha.

 

Ziza Fernandes


 

INFORMAÇÕES

FESTA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

RIBEIRA SECA

Tríduo preparatório - 5, 6 e 7 de junho, Eucaristia às 18 horas.

Confissões - sexta-feira, 7 de junho, entre as 17 e as18 horas.

Eucaristia Solene, 9 de junho, às 11h00 seguida de procissão.

 

REUNIÃO

Reunião para os que vão fazer a Primeira Comunhão e a Profissão de Fé na quinta-feira, 6 de junho às 18:30 horas na Igreja.


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Agenda Pastoral

Destaque

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Nº 1156

Pensamento da Semana

 

PENSAMENTO DA SEMANA

 

A inteligência, sem amor, faz-te cruel. 
A amabilidade, sem amor, faz-te hipócrita. 
A fé, sem amor, faz-te fanático. 
O dever, sem amor, faz-te mal-humorado. 
A cultura, sem amor, faz-te distante. 
A ordem, sem amor, faz-te complicado. 
A agudeza, sem amor, faz-te agressivo 
O apostolado, sem amor, faz-te estranho. 
A amizade, sem amor, faz-te interessado. 
O possuir, sem amor, faz-te avarento. 
A responsabilidade, sem amor, faz-te implacável. 

José Miguel

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