Nº 688

 

IMPORTÂNCIA DA OITAVA DA PÁSCOA.
 
Após o domingo de Páscoa, a Igreja vive o Tempo Pascal; são sete semanas em que celebra a presença de Jesus Cristo Ressuscitado entre os Apóstolos, dando-lhes as suas últimas instruções (At1,2). Quarenta dias depois da Ressurreição Jesus teve a sua Ascensão ao Céu, e no fim dos 49 dias enviou o Espírito Santo sobre a Igreja reunida no Cenáculo com a Virgem Maria. É o coroamento da Páscoa. O Espírito Santo dado à Igreja é o grande dom do Cristo glorioso.
 

 

O Tempo Pascal compreende esses cinquenta, vividos e celebrados “como um só dia”. 

 

É importante não perder o caráter unitário dessas sete semanas. A primeira semana é a “oitava da Páscoa”. Ela termina com o domingo da oitava, chamado in albis, porque nesse dia os recém-batizados tiravam as vestes brancas recebidas no dia do Batismo.
 

 

Este é o Tempo litúrgico mais forte de todo o ano. É a Páscoa, passagem de Cristo da morte à vida, a sua existência definitiva e gloriosa. É a Páscoa também da Igreja, seu Corpo. No dia de Pentecostes a Igreja é introduzida na “vida nova” do Reino de Deus. Daí para frente o Espírito Santo guiará e assistirá a Igreja na sua missão de salvar o mundo, até que o Senhor volte no Último Dia, a Parusia. Com a vinda do Espírito Santo à Igreja, entramos “nos últimos tempos” e a salvação está definitivamente decretada.
 

 

A Igreja logo nos primórdios começou a celebrar as sete semanas do Tempo Pascal, para “prolongar a alegria da Ressurreição” até a grande festa de Pentecostes. É um tempo de prolongada alegria espiritual. Este tempo deve ser vivido na expectativa da vinda do Espírito Santo; deve ser o tempo de um longo Cenáculo de oração confiante.
 

 

Nestes cinquenta dias de Tempo Pascal, e, de modo especial na Oitava da Páscoa, o Círio Pascal é aceso em todas as celebrações, até o domingo de Pentecostes. Ele simboliza o Cristo ressuscitado no meio da Igreja.

 

 

 

Este é um tempo de grande alegria espiritual, onde devemos viver intensamente na presença do Cristo ressuscitado que transborda sobre nós os méritos da Redenção. É um tempo especial de graças, onde a alma mais facilmente bebe nas fontes divinas.

 

Aleteia (Adaptado)

 

 
II DOMINGO DA PÁSCOA
Viver unidos
O pároco de uma igreja reparou que um dos seus mais assíduos fiéis desertava, várias semanas seguidas, à missa dominical. Uma noite decidiu visitá-lo. Encontrou-o sozinho em casa, sentado junto à lareira. Depois dos cumprimentos habituais, sentaram-se os dois em silêncio. Então o padre, tirou uma brasa da lareira, colocou-a isolada no pavimento e ficou a olhar. Pouco a pouco aquele carvão, separado do braseiro, foi-se apagando. Então o paroquiano tomou a palavra:

 

- Obrigado, Reverendo, por esta lição. No próximo domingo, lá estarei com a comunidade porque não quero que a minha vida espiritual se apague lentamente como esta brasa.

 

Às vezes, um gesto vale mais que mil palavras bem como um estímulo é mais eficaz que uma dura repreensão.

 

A mensagem deste segundo domingo da Páscoa é um convite à vida comunitária sem a qual é-nos difícil viver. A comunidade primitiva tinha um só coração e uma só alma. Tomé, isolado do grupo dos Discípulos, definhava na sua fé. O amor não é um simples sentimento na comunhão dos mesmos ideais. É uma força que entusiasma. A comunidade dos crentes era assim um sinal muito claro de Jesus Ressuscitado que prometeu estar presente no meio dos que acreditam nele.

 

Pe. José David Quintal Vieira, scj

 

 

 

 
MEDITAR
HINO AO ESPÍRITO SANTO

 

Espírito Santo — Amor eterno!
Não és Tu O doce maná
que do coração do Filho flui para o meu,
alimento dos anjos e dos bem aventurados?
Aquele que da morte à vida se elevou,
Também a mim despertou a uma nova vida
Do sono da morte.
E nova vida me doa
Dia após dia.
E um dia me cumulará de plenitude.
Vida de minha Vida.
Sim, Tu mesmo,
Espírito Santo, – Vida Eterna
Edith Stein
 
CONTO (548)
 
ESBOÇO DO PARAÍSO
Três amigos concluem os seus estudos e decidem percorrer o mundo à procura daquilo que existe de mais belo. Passado um ano, encontraram-se de novo. O primeiro disse:
- Atravessei mares e desertos, visitei grandes cidades. Vi muitas coisas belas, mas a melhor de todas, que trouxe, foi esta pedra preciosa, de valor inestimável. É a coisa mais bela que existe debaixo do sol. Gastei toda a minha fortuna para a adquirir.
O segundo declara:
- Trouxe esta jovem cheia de beleza. Apaixonei-me por ela e ela por mim. Nasceu entre nós os dois um grande amor. E o que é que existe de mais belo sob o sol do que o amor humano?
O terceiro, que tardou a chegar, comunica:
- Percorri muitas terras e, de olhos bem abertos, deixei-me encantar pelo nascer do sol, fiquei horas a contemplar a beleza das flores dos jardins, a água serena dos lagos onde deslizam patos, a imensidão do mar, a grandeza das montanhas, as aves do céu a cantar, o sorriso das crianças de todas as cores… Venho de mãos vazias, mas o coração a transbordar de felicidade.
Foi este terceiro que descobriu a beleza. Contemplou tudo o que é esboço do Paraíso.
In, Audácia

 

 

Cantamos a alegria de uma vida nova,
Cantamos o dom de um coração, de uma vida renovada.
São como espuma, como cinza varrida pelo vento, as solicitações da nossa sociedade consumista que nos querem escravizar.
Cantamos a alegria de nos sentirmos livres e amados pelo Amor Infinito....

 


INFORMAÇÕES

 

CONCERTO DE PÁSCOA

A recentemente criada, “Associação do Coro e Orquestra JOSÉ DAMIÃO DE ALMEIDA”,  vai atuar nos seguintes dias e lugares:

- Igreja da Ribeira Seca no dia 17 de abril (sexta feira), pelas 21 horas.

- Igreja Matriz da Calheta no dia 19 de abril (domingo), pelas 21 horas.

- Igreja Matriz de Velas no dia 24 de abril (sexta feira), pelas 21h30.

 

IRMANDADE DO ESPÍRITO SANTO DA VILA DA CALHETA

O pagamento das quotas e entrega dos prémios para o bazar pode ser feito a partir do dia 14 de abril na sede da Irmandade, às terças e quinta da 16 às 18 horas e aos domingos da 10 às 12 horas.

 

Cerimónia de convocação do jubileu começou junto da Porta Santa da Basílica de São Pedro.

O Papa Francisco apresentou este sábado a bula Misericordiæ Vultus (Rosto de Misericórdia), com a qual convoca oficialmente o Jubileu da Misericórdia (dezembro de 2015 a novembro de 2016).

O documento foi entregue simbolicamente a “representantes da Igreja no mundo”, diante da Porta Santa da Basílica de São Pedro, que foi aberta pela primeira vez no ano 2000.


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Pensamento da Semana

Cantamos a alegria de uma vida nova,
Cantamos o dom de um coração, de uma vida renovada.
São como espuma, como cinza varrida pelo vento, as solicitações da nossa sociedade consumista que nos querem escravizar.
Cantamos a alegria de nos sentirmos livres e amados pelo Amor Infinito....

 

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