Nº 465

 

1 DE JANEIRO

Inicia este novo ano com pensamentos positivos deixa os negativos no ano velho.
Inicia este novo ano confiando mais em ti, nas tuas capacidades, nos teus dons e vontade de criar e fazer coisas novas.
Inicia este novo ano com vontade de te relacionares com todos alegrando com o teu sorriso o dia a dia dos que fazem parte da tua vida.
Inicia este novo ano com vontade de fazer com que todos os dias sejam cheios de alegria e felicidade,
Inicia este novo ano cheio de alegria interior e verdadeira, que brota de um coração renovado.
Inicia este novo ano com vontade de olhar de frente os obstáculos, dificuldades e sofrimentos, dando-lhes a verdadeira grandeza que eles contêm.
Inicia este novo ano confiando mais na presença de Deus na tua vida, olhando-a com realidade e não dando lugar a fantasias que não edificam.
Inicia este novo ano sendo amável para com o outros para seres amado por eles.
Inicia este novo ano com vontade de seres feliz todos os dias que o ano te dá.
Inicia este novo ano dando perdão e acolhimento a todos os que se cruzam na tua vida.
Inicia este novo ano com vontade de distribuir alegria e felicidade com um rosto que transborda de simpatia.
Inicia este novo ano com responsabilidade fazendo o que te compete e não a deixar para os outros os teus afazeres.
Inicia este novo ano confiando na presença amiga de Deus que é Pai e quer o teu bem e felicidade.
Inicia este novo ano com Jesus Cristo, o amigo que está sempre a teu lado.
Pe. Manuel António
 

SANTA MARIA, MÃE DE DEUS

Tema:

Neste dia, a liturgia coloca-nos diante de evocações diversas, ainda que todas importantes.
Celebra-se, em primeiro lugar, a Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus: somos convidados a contemplar a figura de Maria, aquela mulher que, com o seu “sim” ao projecto de Deus, nos ofereceu Jesus, o nosso libertador.
Celebra-se, em segundo lugar, o Dia Mundial da Paz: em 1968, o Papa Paulo VI propôs aos homens de boa vontade que, neste dia, se rezasse pela paz no mundo.
Celebra-se, finalmente, o primeiro dia do ano civil: é o início de uma caminhada percorrida de mãos dadas com esse Deus que nos ama, que em cada dia nos cumula da sua bênção e nos oferece a vida em plenitude.
As leituras que hoje nos são propostas exploram, portanto, estas diversas coordenadas. Elas evocam esta multiplicidade de temas e de celebrações.
Na primeira leitura, sublinha-se a dimensão da presença contínua de Deus na nossa caminhada e recorda-se que a sua bênção nos proporciona a vida em plenitude.
Na segunda leitura, a liturgia evoca, outra vez, o amor de Deus, que enviou o seu Filho ao encontro dos homens para os libertar da escravidão da Lei e para os tornar seus “filhos”. É nessa situação privilegiada de “filhos” livres e amados que podemos dirigir-nos a Deus e chamar-lhe “abbá” (“papá”).
O Evangelho mostra como a chegada do projecto libertador de Deus (que se tornou realidade plena no nosso mundo através de Jesus) provoca alegria e felicidade naqueles que não têm outra possibilidade de acesso à salvação: os pobres e os marginalizados. Convida-nos, também, a louvar a Deus pelo seu amor e a testemunhar o desígnio libertador de Deus no meio dos homens. Maria, a mulher que proporcionou o nosso encontro com Jesus, é o modelo do crente que é sensível aos projectos de Deus, que sabe ler os seus sinais na história, que aceita acolher a proposta de Deus no coração e que colabora com Deus na concretização do projecto divino de salvação para o mundo.
Dehonianos)
 

MEDITAR

PRECE

Tu, Que és Mãe da Paz e da Alegria,
Aceita-nos, Mãe, neste grande dia.
Guarda-nos, ó Mãe, sê a nossa Luz,
Somos teus filhos, irmãos do Teu Jesus.
A Ti nos consagramos, guarda-nos Maria,
Tu que és a Mãe da Paz e da Alegria
Que a partir de hoje e pela vida fora
Sejas p’ra nós sempre Mãe e Senhora.
Sê a nossa estrela, sê a nossa luz,
Encaminha-nos, ó Mãe, para Teu Jesus.
Que em teu regaço possamos encontrar
Apoio e carinho no nosso caminhar.
Ouve-nos, ó Mãe, não nos deixes sós,
Cobre-nos com teu manto e roga por nós:
Que sejamos sempre exemplo de Fé
Como Tu, ó Mãe de Nazaré.
Ir. Alda Maria Rego MRSCJ
 

CONTO (333)

 

A CHÁVENA DE BARRO

Era uma vez uma pessoa que fazia colecção de peças de barro antigas. Tendo ido a Londres, andava pelas lojas de artesanato à procura de alguma peça original.
Ao entrar numa loja, olhou para uma chávena e, voltando-se para a dona, disse:
- Dá-me licença que pegue nesta pequena chávena? Parece-me muito linda.
A senhora respondeu:
- Faça favor.
A pessoa pegou cuidadosamente na chávena e, maravilhado viu que a chávena, além de ser bonita, também falava. Disse ela:
- Amigo, eu nem sempre fui esta chávena que tens entre mãos. Inicialmente, era um pedaço de barro sem forma alguma. O oleiro pegou em mim nas suas mãos de artista, bateu-me e moldou-me carinhosamente. Houve um momento em que desesperei e gritei:«Por favor! Deixe-me em paz!». Mas o meu dono sorriu e disse-me: «Aguenta um pouco mais, pois ainda tens muito a sofrer».
Em seguida, pôs-me num forno. Nunca na vida tinha sentido tanto calor! Perguntei ao meu dono porque me queria queimar; ele disse-me que fosse aguentando que era bom para mim. E fechou a porta do forno.
Finalmente, abriu a porta e colocou-me em água fria para arrefecer. Senti-me melhor mas por pouco tempo, pois o meu dono e criador sentou-se, pegou-me nas suas mãos de artista e começou a pintar-me. O cheiro da tinta era horrível! Ainda protestei mas em vão. Disse de novo: «Aguenta um pouco mais, pois ainda tens muito a sofrer».
Depois de me pintar, meteu-me de novo num outro forno, que era mais quente que o primeiro. Implorei que me tirasse dali. Ele só passado algum tempo abriu a porta e me tirou, colocando-me de novo em água para refrescar.
Finalmente, deu-me um espelho e disse-me: «Contempla-te! Esta és tu!» Eu nem podia acreditar ao ver-me tão bela. Foi então que o meu dono me disse:«Sei que sofreste por teres de ir aos fornos para seres cozida e por teres de suportar as tintas. Mas tudo isso era necessário para agora seres uma bela chávena, encanto dos que gostam de coisas lindas».
Tu, caro amigo, ficas a saber a minha história. Espero que me conserves na tua valiosa colecção por muitos anos, juntamente com as outras chávenas.
in, CONTOS+MENNSAGENS de Pedrosa Ferreira
 

 

A violência não se vence com a violência. O nosso grito de dor seja sempre acompanhado pela fé, pela esperança e pelo testemunho do amor de Deus.
Bento XVI
 
                Escolher é sacrificar. Que importa sacrificar algo grande em troca de algo ainda maior?
(Autor desconhecido)
 

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Pensamento da Semana

 

Um anjo nunca se faz conhecer, nós só sabemos que ele esteve connosco quando ele parte. Porque deixa-nos na vida um perfume, deixa-nos na vida um desassossego.

 

Erri de Luca, in Em nome da mãe

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