Nº 928

 DIA MUNDIAL DOS POBRES

 

                Celebra-se neste Domingo - pelo terceiro ano consecutivo - o Dia Mundial dos Pobres, instituído pelo Papa Francisco, como oportunidade para uma reflexão cuidada sobre o drama da pobreza que afecta milhões de pessoas em toda a terra.

                Por outro lado, esta celebração serve para que a Igreja, nas suas comunidades e movimentos renove o seu compromisso na luta contra a pobreza e na promoção integral dos seus irmãos mais desfavorecidos.

                Como tem sido habitual, o Papa Francisco escreveu uma mensagem para assinalar o III Dia Mundial dos Pobres, tendo como lema “A esperança dos pobres jamais se frustrará”.

                Figura inspiradora na promoção dos mais pobres e no respeito integral pela natureza e pelo meio ambiente foi São Francisco de Assis (1181 – 1226).

Partilho convosco o seu Cântico do Irmão Sol:

 

Altíssimo, Omnipotente, Bom senhor!
Teus são o louvor, a glória, a honra e a bênção.
Louvado sejas, meu Senhor, com todas as tuas criaturas,
especialmente o senhor irmão sol, que clareia o dia
e que com a sua luz nos ilumina.
Ele é belo e radiante, com grande esplendor;
de ti, Altíssimo. é a imagem.

Louvado sejas meu Senhor, pela irmã lua e pelas estrelas,
que no céu formaste, claras, preciosas e belas.
Louvado sejas, meu Senhor, pelo irmão vento, pelo ar
e pelas nuvens, pelo entardecer e por todo o tempo com
que dás sustento às tuas criaturas.

Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã água, útil e
humilde, preciosa e pura.
Louvado sejas, meu senhor, pelo irmão fogo, com o qual
iluminas a noite. É belo e alegre, vigoroso e forte.
Louvado sejas, meu Senhor, pela nossa irmã, a mãe terra,
que nos sustenta e governa, produz frutos diversos.
flores e ervas.
Louvado sejas, meu Senhor, pelos que perdoam, pelo teu
amor, e suportam as doenças e tribulações.
Louvai todos e bendizei ao meu Senhor,
dai-lhe graças e servi-o com grande humildade.

 

A PALAVRA DO SENHOR

 

XXXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM

 

 Salmo  97

O Senhor virá governar com justiça.


Cantai ao Senhor ao som da cítara,
ao som da cítara e da lira;
ao som da tuba e da trombeta,
aclamai o Senhor, nosso Rei.

Ressoe o mar e tudo o que ele encerra,
a terra inteira e tudo o que nela habita;
aplaudam os rios
e as montanhas exultem de alegria.

Diante do Senhor que vem,
que vem para julgar a terra;
julgará o mundo com justiça
e os povos com equidade.

 

 

REFLEXÃO

                A liturgia deste domingo reflete sobre o sentido da história da salvação e diz-nos que a meta final para onde Deus nos conduz é o novo céu e a nova terra da felicidade plena, da vida definitiva. Este quadro (que deve ser o horizonte que os nossos olhos contemplam em cada dia da nossa caminhada neste mundo) faz nascer em nós a esperança; e da esperança brota a coragem para enfrentar a adversidade e para lutar pelo advento do Reino.
                Na primeira leitura, um "mensageiro de Deus" anuncia a uma comunidade desanimada, cética e apática que Jahwéh não abandonou o seu Povo. O Deus libertador vai intervir no mundo, vai derrotar o que oprime e rouba a vida e vai fazer com que nasça esse "sol da justiça" que traz a salvação.

                O Evangelho oferece-nos uma reflexão sobre o percurso que a Igreja é chamada a percorrer, até à segunda vinda de Jesus. A missão dos discípulos em caminhada na história é comprometer-se na transformação do mundo, de forma a que a velha realidade desapareça e nasça o Reino. Esse "caminho" será percorrido no meio de dificuldades e perseguições; mas os discípulos terão sempre a ajuda e a força de Deus.

                A segunda leitura reforça a ideia de que, enquanto esperamos a vida definitiva, não temos o direito de nos instalarmos na preguiça e no comodismo, alheando-nos das grandes questões do mundo e evitando dar o nosso contributo na construção do Reino.

Dehonianos

 PENSAMENTO DA SEMANA

  “Como eu sonho com uma Igreja Pobre

                 e que viva para servir os mais Pobres!”

 

    Papa Francisco

 


 INFORMAÇÕES

 ADORAÇÃO DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

NORTE PEQUENO - 3ª feira, 19 de novembro, das 17 horas às 18 horas, seguindo-se a celebração da Eucaristia

MANADAS - 5ª feira, 21 de novembro, das 10 horas às 11 horas, seguindo-se a celebração da Eucaristia

CALHETA - 5ª feira, 21 de novembro, das 18 horas às 19 horas, seguindo-se a celebração da Eucaristia.

 

FESTA DE SANTA CATARINA

TRÍDUO - 20, 21 e 22 de novembro.

                Dia 21 - confissões às 18 horas seguidas de missa.        

                Dias 20 e 22 - missa às 19 horas

 

 DIA 25 - EUCARISTIA DE FESTA às 11 horas seguida de arrematações e procissão.

 

CLÍNICA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DA CALHETA

               

                A Direção da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários da Calheta informa a vinda dos seguintes médicos:

 

Tiago Ribeiro Especialidade: Osteopatia (Massagem terapêutica)

Data: 19, 20, 21 e 22 de Novembro de 2019 - Dr. Brasil Toste Especialidade: Otorrinolaringologia Data: ainda por estabelecer - Drª Renata Gomes

Especialidade: Cardiologia Data: Novembro de 2019 (dia ainda por estabelecer) - Dr. Rui Amaral Especialidade: Imagiologia/Radiologia (Ecografia/Mamografia) Data: Novembro de 2019 (dia ainda por estabelecer) -  Dr.ª Maria Graça Almeida Especialidade: Ginecologia – Obstetrícia Data: Janeiro 2020 (dias ainda por estabelecer) -  Dr.ª Alexandra Dias Especialidade: Pediatria Data: Janeiro 2020 (dias ainda por estabelecer) -  Dr.ª Paula Pires, Especialidade: Neurologia e Neuropediatria Data: Janeiro 2020 (dias ainda por estabelecer).  

Aos eventuais interessados podem fazer as suas marcações para os números 295 460 110 / 295460111.


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Nº 1056

Pensamento da Semana

 

PENSAMENTO DA SEMANA

 

Há três tipos de pessoas misericordiosas...

 

As primeiras dão os seus bens para complementar, com o que lhes é supérfluo, a penúria dos outros.

As segundas distribuem todos os seus bens e, para eles, daí por diante, tudo fica em comum com os outros.

Quanto às terceiras, não somente dão tudo, como também «se dão a si mesmos totalmente».

 

Isaac de l'Étoile (?-c. 1171), monge cisterciense,

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