Nº 516

 

SANTO E FELIZ NATAL
SÃO OS VOTOS SINCEROS DOS SACERDOTES
Pe. Manuel António dos Santos
Pe. António Duarte Azevedo
Pe. Marcos Miranda
 

NATAL

Meditando

A liturgia deste dia convida-nos a contemplar o amor de Deus, manifestado na encarnação de Jesus… Ele é a “Palavra” que se fez pessoa e veio habitar no meio de nós, a fim de nos oferecer a vida em plenitude e nos elevar à dignidade de “filhos de Deus”.
A primeira leitura anuncia a chegada do Deus libertador. Ele é o rei que traz a paz e a salvação, proporcionando ao seu Povo uma era de felicidade sem fim. O profeta convida, pois, a substituir a tristeza pela alegria, o desalento pela esperança.
A segunda leitura apresenta, em traços largos, o plano salvador de Deus. Insiste, sobretudo, que esse projecto alcança o seu ponto mais alto com o envio de Jesus, a “Palavra” de Deus que os homens devem escutar e acolher.
O Evangelho desenvolve o tema esboçado na segunda leitura e apresenta a “Palavra” viva de Deus, tornada pessoa em Jesus. Sugere que a missão do Filho/”Palavra” é completar a criação primeira, eliminando tudo aquilo que se opõe à vida e criando condições para que nasça o Homem Novo, o homem da vida em plenitude, o homem que vive uma relação filial com Deus.
Dehonianos
 

MEDITAR

O NASCIMENTO DE JESUS

 
Nasceu o menino Jesus
Há muito tempo em Belém
Numa pequena gruta
Com José, Maria e mais ninguém.
 
Apenas dois jumentos
Se juntaram à alegria
Aqueciam o Deus Menino
Dentro daquela gruta fria.
 
Foi então que no céu
Uma estrela brilhou
E por cima daquela gruta
A pequena luzinha pousou.
 
Os anjos foram avisar 
Todos os pastores da serra
Que vieram com alegria
Visitar o salvador da Terra.
 
Cada um por sua vez
O menino, eles olharam
E com grande emoção
O seu nascimento louvaram.
 
A estrelinha lá brilhou
Dando bastante luz
Ajudava os três reis Magos
A encontrar Jesus.
 
Dentro da pequena gruta
Os Magos viram ao fundo
Entre palhinhas deitado
O salvador do Mundo.
 
Ouro, incenso e mirra
Quiseram eles oferecer 
Àquele grande rei
Que acabara de nascer.
 
E assim todos adoraram
Aquele menino sagrado
Sorrindo apesar de tudo
Naquelas palhinhas deitado.
 
Então neste Natal
Por este mundo fora
Vamos adorar o menino
Que tanto nos adora!!!
 
Aleluia! Nasceu o Salvador!!!
 
 
 

CONTO (382)

 

A ÁRVORE

Era uma vez uma árvore que, tendo crescido à beira do rio, se sentia muito infeliz. Olhava para si própria e chorava a sua triste sorte. Dizia para consigo:
- Levo uma vida sem sentido. Sempre parada e sem fazer nada, junto ao rio.
Um dia, um passarinho poisou sobre num dos seus ramos e cantou-lhe aos ouvidos uma linda canção. A árvore, que estava a dormitar, abriu os olhos e viu muitas outras aves alegres a esvoaçarem de ramo em ramo. Começou a sentir-se melhor.
Viu também que muitos viajantes, cansados, se sentavam à sua sombra para recuperarem forças na sua caminhada. E verificou ainda, com os seus olhos, que no seu tronco se apoiavam diversos arbustos mais frágeis que cresciam ao seu lado.
Descobriu que era útil aos passarinhos que nela poisavam, aos caminhantes que se sentavam à sua sombra e aos arbustos que nela se apoiavam.
Foi precisamente nesse dia em que descobriu que era útil aos outros e fazia os outros felizes, que essa árvore passou a ser também feliz, que essa árvore passou a ser também feliz. Já tinha razões para viver.
 In TUTTI FRUTTI  de Pedrosa Ferreira
 
 

 

A Melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham em nossa caminhada pela vida
Autor desconhecido
 
 

 

Missas de Natal

O Natal contempla, na sua celebração litúrgica, três eucaristias: a da noite, a da aurora e a do dia.
A missa foi introduzida nas celebrações do Natal pelos católicos no ano 400, dado que até ali a única celebração da Igreja era a Páscoa. Esta celebração terá começado na basílica erigida no monte Esquilino, dedicada a Nossa Senhora.
A escolha do dia 25 prende-se com uma convenção da Igreja, uma vez que não é possível determinar a data precisa do nascimento de Cristo. O dia 25 era considerado pelos pagãos como o dia do Sol (pela proximidade com o solstício de Inverno) e para os católicos Deus é a luz do mundo, daí a associação a este dia.
Celebrada à meia-noite, a missa do galo, «in galli cantu», passou a ser a primeira da sequência litúrgica. Seguia-se-lhe a da «aurora» ou missa de alva (introduzida no século VI) e a missa própria do dia, que no século IV fora a primitiva celebração da festa religiosa do Natal.
A expressão “Missa do Galo” é específica dos países latinos e deriva da lenda ancestral que aponta ter sido a única vez que um galo cantou. Uma outra lenda, de origem espanhola, conta que antes de baterem as 12 badaladas da meia noite de 24 de dezembro, cada lavrador da província de Toledo, em Espanha, matava um galo, em memória daquele que cantou três vezes quando Pedro negou Jesus, por ocasião da sua morte.
A ave era depois levada para a Igreja a fim de ser oferecida aos pobres, que viam assim, o seu Natal melhorado. Era costume em algumas aldeias espanholas e portuguesas, levar o galo para a Igreja para este cantar durante a missa, significando isto um prenúncio de boas colheitas.
Tirado da “Agência Ecclesia”
 
 

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Pensamento da Semana

 

Um anjo nunca se faz conhecer, nós só sabemos que ele esteve connosco quando ele parte. Porque deixa-nos na vida um perfume, deixa-nos na vida um desassossego.

 

Erri de Luca, in Em nome da mãe

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